Uma mulher que se apresentava como advogada foi condenada pela Vara de Combate ao Crime Organizado do Estado do Pará. De acordo com investigações, ela atuava para uma facção criminosa. A condenação foi de 31 anos e 8 meses de reclusão e 2.300 dias-multa.
O pedido de condenação foi feito pelo Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Pará (GAECO/MPPA) e julgou procedente que a ré integrava a facção.
“verifica-se, com clareza, que a ré integrava [a facção], intermediando as visitas e troca de mensagens entre os faccionados presos, seus advogados e os respectivos familiares, bem como com faccionados soltos, exercendo papel de grande relevância na mencionada organização criminosa, gerenciando, inclusive, as visitas e quais seriam os advogados a serem contratados, assim como se associando, de maneira estável e permanente, para a prática do delito de tráfico de drogas”.
Ao Ministério Público, o g1 perguntou a respeito de como esta mulher se passava por advogada e aguarda o retorno.
Fonte: G1 Pará



