Em um cenário político marcado por disputas ideológicas e debates intensos sobre a política fundiária na Amazônia, o advogado Diogo Franco desponta como um nome que começa a ganhar força entre os produtores rurais do Pará. Com atuação consolidada no Direito Agrário, ele é visto por apoiadores como uma voz técnica, firme e combativa em defesa do setor produtivo.
O Pará, um dos maiores polos agropecuários do país, frequentemente vê sua bancada federal dividida entre pautas ambientais e produtivas. A possível candidatura de Diogo Franco surge com a esperança de resgate e também de fortalecimento da defesa do direito de propriedade, da segurança jurídica no campo e da garantia de políticas voltadas ao desenvolvimento rural. “Mesmo sendo o Pará o Estado de maior potencial agrícola do país, não temos nenhum Deputado Federal que foi criado no lombo do burro e conhece com propriedade a realidade do homem do campo”, afirma Diogo Franco.
Atuando em várias regiões do Pará, merece destaque sua defesa em casos de demarcações indígenas, Diogo Franco ganhou notoriedade ao defender produtores em áreas de conflito fundiário, incluindo casos relacionados à Extensão Apyterewa, Cachoeira Seca e Ituna-Itatá. Sua atuação envolve debates sobre revisão de laudos antropológicos, garantias constitucionais de propriedade e questionamentos a processos truculentos de desintrusão considerados, por ele e seus clientes, como desproporcionais e desumanos.
Com destacada presença digital, tem utilizado as redes sociais para expor posicionamentos jurídicos e decisões judiciais, o advogado construiu uma imagem de firme enfrentamento às políticas que, segundo ele, fragilizam e destroem o produtor rural. Seu discurso crítico às gestões federal e estadual alinhadas à esquerda reforça sua identidade política raiz e o aproxima de uma base conservadora e do agronegócio.
Nos bastidores, o nome de Diogo Franco começa a ser ventilado como possível e forte candidato à Câmara Federal. Para apoiadores, sua experiência prática no campo jurídico o credencia a representar o agro paraense em Brasília com conhecimento técnico e postura firme. “Ele conhece a realidade do produtor porque está dentro dos processos, defendendo quem produz, além de ser alguém que foi criado na roça”, afirmam aliados.
Em meio à crescente polarização política, sua pré-candidatura tende a mobilizar tanto apoio quanto críticas. Mas uma coisa é certa: no debate sobre terra, produção e soberania na Amazônia, o nome de Diogo Franco já deixou de ser apenas jurídico e começa a ganhar contornos eleitorais relevantes.



