PRODEPA (Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará) enfrenta paralisação de transporte após impasse financeiro com empresa contratada, diz locadora

A Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (PRODEPA) enfrenta a suspensão dos serviços de transporte terceirizado de motoristas e veículos após a empresa Marajó Locação e Serviços Ltda comunicar a paralisação das atividades por falta de pagamento contratual.

Segundo a locadora, os débitos acumulados com a estatal chegam a R$ 622.286,77 e estariam em aberto desde janeiro de 2026. A empresa afirma que, diante da ausência de regularização financeira, não teve mais condições de manter a operação, alegando incapacidade de arcar com custos de combustível, manutenção da frota e folha de pagamento dos trabalhadores.

Com a paralisação, serviços de apoio logístico e deslocamento de equipes técnicas teriam sido afetados, incluindo atividades externas programadas pela companhia em Belém, como ações no bairro do Tenoné.

A Marajó Locação e Serviços sustenta ainda que vinha mantendo a execução do contrato mesmo com dificuldades financeiras, mas decidiu interromper os serviços após sucessivas tentativas de cobrança e notificações administrativas sem resolução efetiva do impasse.

Em nota, a empresa contratada afirma que a medida foi extrema e motivada pela inviabilidade de continuidade da prestação do serviço nas condições atuais, destacando a necessidade de recomposição do equilíbrio econômico-financeiro do contrato.

Por outro lado, a PRODEPA contesta a existência do débito nos termos apresentados pela locadora e afirma que os pagamentos estariam sendo tratados administrativamente, embora não tenha apresentado, até o momento, documentação pública detalhando a quitação dos valores questionados.

O impasse ocorre em meio a discussões sobre contratos de terceirização e gestão de serviços de apoio operacional no âmbito da administração pública estadual.

Até a última atualização, não havia posicionamento adicional divulgado pela PRODEPA sobre a paralisação dos serviços.

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