Feminicídio em plena feira acende alerta para o crescimento da violência e da insegurança em Parauapebas

A sequência de crimes registrada nesta sexta-feira (24), em Parauapebas, reacendeu o debate sobre a escalada da violência no município. A morte da feirante Ana Vera, de 46 anos, dentro do Centro de Abastecimento de Parauapebas (CAP), em plena luz do dia e diante de dezenas de pessoas, evidencia um cenário que preocupa moradores, comerciantes e trabalhadores da cidade.

Segundo as informações apuradas, a vítima foi atingida por disparos enquanto trabalhava em sua banca de peixes. O principal suspeito seria o ex-companheiro dela. Horas depois, ele foi encontrado morto em uma área próxima ao lixão do município. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do caso.

O episódio, porém, vai além de um caso isolado. Parauapebas tem convivido com uma sucessão de homicídios, feminicídios e crimes violentos que vêm aumentando a sensação de insegurança da população. Em bairros movimentados, áreas comerciais e até em locais tradicionalmente frequentados por famílias, a violência passou a fazer parte da rotina.

O episódio, porém, vai além de um caso isolado. Parauapebas tem convivido com uma sucessão de homicídios, feminicídios e crimes violentos que vêm aumentando a sensação de insegurança da população. Em bairros movimentados, áreas comerciais e até em locais tradicionalmente frequentados por famílias, a violência passou a fazer parte da rotina.

Mulheres que sofrem qualquer tipo de violência podem contar com atendimento especializado em Parauapebas. O serviço de Acolhimento Especializado de Avaliação e Risco oferece atendimento humanizado, sigiloso e ético por uma equipe multidisciplinar formada por assistente social, psicóloga e enfermeira.

O atendimento funciona ao lado da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).

Canais de atendimento:

  • Acolhimento Especializado de Avaliação e Risco: (94) 99200-3544
  • CCO: (94) 99278-0431

Em situações de emergência, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo 190. Também é possível buscar apoio por meio da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, que funciona gratuitamente, 24 horas por dia, em todo o país.

Foto / Ronaldo Modesto

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